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De 5 a 6 de Novembro vai rolar o Encontro Nordestino de SL em Natal -RN. A programação é bem extensa e tem várias paletras e debates. Quem estiver por perto seria interessante comparecer.

Confira alguns destaques:

– Software LIvre no Brasil – Casos de Sucesso e Negócios – 05/11 – Primeiro Dia, 10:00/11:00, 1 – Ponta Negra – 380
– Código Aberto, Conteúdo Aberto, Caminho Aberto – 05/11 – Primeiro Dia, 15:00/16:00, 1 – Ponta Negra – 380
– Ciberfeminismo – Cultura Livre – 05/11 – Primeiro Dia, 18:00/19:00, 1 – Ponta Negra – 380
– Migração para Software Livre: a experiência do Governo do Estado do Ceará – 06/11 – Segundo Dia, 09:00/10:00, 1 – Ponta Negra – 380
– A pedagogia libertadora do Software Livre – 06/11 – Segundo Dia, 10:00/11:00, 2 – Redinha – 250
– Do Livre e do Grátis – 06/11 – Segundo Dia, 16:00/17:00, 3 – Maracajaú – 100
– ACTA – Um tratado contra quem usa Internet – 06/11 – Segundo Dia, 17:00/18:00, 3 – Maracajaú – 100

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Por Eduardo Curi

No dia 26 de maio, o coletivo Pegada de BH/MG estreiou oPegada de Pato, parceria com o estúdio Pato Multimídia. Todo mês uma banda do cenário independente de BH se apresentará, com transmissão ao vivo pela rádio Fora do Eixo. A primeira banda do programa foi o trio Quase Coadjuvante.

A banda é um power trio com baixo, guitarra, bateria e vocal e Léo Moraes, proprietário do Pato Multimídia dá os detalhes técnicos de como foi feita a captação e a operação de áduio:

Mics de Batera:
2 Oktava MK-012 de over,
Sm-57 para caixa,
Sansom no bumbo.
Mic de vocal: RA-20 (dinâmico)
Baixo no Hartke HA2500 (usando a saída direct)
Guitarra no Flextone II (Line 6), usando a saída direct

Tudo ligado num Octopre LE da Focusrite, entrando já digital na Digi 002 via lightpipe.

“Usei alguns plugins em tempo real; L1 limiter; REq 04; alguns gates e um L3 Multi banda no master. Quanto a fazer o PA pelo Pro Tools rolou legal, só a questão dos gates foi meio problemática, pois na hora da entrevista a voz era mais baixa que na hora que cantava, e de vez em quando o gate não abria e eu tinha que dar um bypass manual. No mais rolou tranquilo, pras próximas eu vou tentar minimizar um pouco a questão dos vazamentos, que foi a meu ver a principal dificuldade em se tirar um som melhor”, explica.

Eu fiquei responsável pela pós produção do programa. Abri a sessão do Pro Tools em casa e como não tinha os plug ins usados em tempo real, usei os plug ins do pro tools mesmo. Tomei o cuidado de ver qual tipo de efeito estava sendo usado onde e apenas substitui. Além disso, precisei dar um ganho nas vozes durante as entrevistas também, mas isso foi resolvido por automação.

No fim das contas o programa ficou assim, confira!

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