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Archive for the ‘Estúdio’ Category

Os microfones são a parte mais importante da cadeia do áudio. E o Abbey Road é o estúdio mais importante da história do rock. Junte essas duas premissas e, logo você chega à conclusão de que a coleção de microfones do Abbey Road deve ser a coisa mais fantástica do mundo.

E é.

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Home-Studio #1

Home-Studio #1
Pré-Produção
A banda Pé de Macaco se trancou em casa em seu Home-Studio em junho deste ano para realizar a gravação das guias de suas musicas próprias. A seguir detalhamos os equipamentos utilizados na gravação das guias de pré-produção para o EP da banda que será lançado em novembro.

1-Mesa de som Allen Heath

Utilizamos todos os canais do mixer. Conectamos a saída da mixer com as duas entradas canon/P10 da M-Audio Fast Track linkadas no programa audacity (Software Livre).

2-Posicionamos 3 microfones na sala de ensaio:

Shure SM57     – Amplificadores de guitarra / Baixo / Bumbo

Shure SM58     – Caixas de Som (Vozes) / Pratos /           

LeSon               – Ambiência

                                                                    Home-Studio Enxame Coletivo

Os resultados foram satisfatórios pois uma guia geral fora gravada para aperfeiçoamento da execução da musica, como também reflexão de todas as partes dela analisando melodia,harmonia e ritmo.

Música da Naty – Pé de Macaco (Home-Studio Enxame Coletivo)

Musica da Naty by enxamesom

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Por Eduardo Curi

No dia 26 de maio, o coletivo Pegada de BH/MG estreiou oPegada de Pato, parceria com o estúdio Pato Multimídia. Todo mês uma banda do cenário independente de BH se apresentará, com transmissão ao vivo pela rádio Fora do Eixo. A primeira banda do programa foi o trio Quase Coadjuvante.

A banda é um power trio com baixo, guitarra, bateria e vocal e Léo Moraes, proprietário do Pato Multimídia dá os detalhes técnicos de como foi feita a captação e a operação de áduio:

Mics de Batera:
2 Oktava MK-012 de over,
Sm-57 para caixa,
Sansom no bumbo.
Mic de vocal: RA-20 (dinâmico)
Baixo no Hartke HA2500 (usando a saída direct)
Guitarra no Flextone II (Line 6), usando a saída direct

Tudo ligado num Octopre LE da Focusrite, entrando já digital na Digi 002 via lightpipe.

“Usei alguns plugins em tempo real; L1 limiter; REq 04; alguns gates e um L3 Multi banda no master. Quanto a fazer o PA pelo Pro Tools rolou legal, só a questão dos gates foi meio problemática, pois na hora da entrevista a voz era mais baixa que na hora que cantava, e de vez em quando o gate não abria e eu tinha que dar um bypass manual. No mais rolou tranquilo, pras próximas eu vou tentar minimizar um pouco a questão dos vazamentos, que foi a meu ver a principal dificuldade em se tirar um som melhor”, explica.

Eu fiquei responsável pela pós produção do programa. Abri a sessão do Pro Tools em casa e como não tinha os plug ins usados em tempo real, usei os plug ins do pro tools mesmo. Tomei o cuidado de ver qual tipo de efeito estava sendo usado onde e apenas substitui. Além disso, precisei dar um ganho nas vozes durante as entrevistas também, mas isso foi resolvido por automação.

No fim das contas o programa ficou assim, confira!

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Upgrade no estúdio Massa Coletiva

Obs: as informações contidas nesse texto foram escritas por um amador em acústica. O texto não tem como objetivo ensinar, apenas descrever o que foi feito. Essas alterações foram feitas usando como base apenas material da internet e muita experimentação!

O lugar
A edícula tem 3 cômodos, sendo 2 quartos na ponta, e uma cozinha no meio. Decidimos por usar um quarto como sala de gravação e a cozinha como técnica. O quarto tem 3,5m x 4m e 2,7 de altura, medidas que não são ideais para uma sala de gravação. Além disso, nem de longe o lugar parecia um estúdio, ainda mais com a cozinha do lado. Era preciso pensar também na estética.

Fizemos alguns ensaios e alguns testes de som antes de tudo. Dava pra perceber que sobrava muita frequência alta e tinha bastante daquele “som de sala”. Quanto às frequencias mais baixas, ficava óbvio também um certo desconforto.
O upgrade

No chão, foi colocado um tapete com “pêlos” bem grossos, objetivando amaciar parte das frequencias altas.

Nas paredes, em algumas partes,  colchonetes ortopédicos e placas com madeirite e as famosas caixas de ovo, revestidas com um tecido, inclinadas, em 2 paredes. No teto, caixas de ovo revestidas com tecido, grudadas no teto com cola quente.

As mesmas placas com madeirite e caixas de ovo revestidas com tecido, em 2 cantos da sala. Entre as placas e os cantos das paredes ainda tem pedaços de colchões. Essas placas seriam os “bass traps”.

Na janela e na porta de metal, 2 edredons velhos (roooots). Nas paredes, 2 suportes para instrumentos e caixas de som apoiadas com mãos francesas.

2 suportes para cabo handmade, atrás da porta.

3 suportes para pedestais de microfone
O resultado
Não fica claro dizer o que fez o que exatamente, em termos de acústica. Foi algo totalmente experimental e sem muitos parâmetros. Mas com certeza o som melhorou. Os agudos estão menos presentes, a sala não ficou “morta”.  Por causa disso, os graves estão mais claros, mas acho que não houve muita mudança nessas frequências baixas. Mais preocupante que isso era o “som de sala”, que deu uma bela melhorada também – mas ainda existe. Como mencionado, o resultado estético também era importante. Esse objetivo foi alcançado, deixando a sala com um “ar” de estúdio mesmo. A cozinha, apesar do computador, dos monitores, da mesa de som, ainda parece uma cozinha, infelizmente. 😦
Gastos da obra:
caixas de ovo: R$12
cola quente (pistola e bastão): R$ 20
tecido para as placas de parede: R$ 25
2 placas de madeirite 2,2m x 1,1m: R$ 35
ferragens (pregos, parafusos, etc): R$30
usar software livre: não tem preço
Total: R$ 122
Já havia bastantes materiais disponíveis: tecidos, ferragens, tapete, madeiras, etc.
Enfim, acho que valeu o trampo. O próximo passo agora é gravar a primeira música.
É nóis!
Gustavo Koshikumo
Massa Coletiva

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